05/01/2009
Crescimento do comércio eletrônico no Brasil fica abaixo do previsto no natalCrise fez com que crescimento ficasse em 15%, com faturamento de R$ 1,25 bilhão. Previsão era de aumento de 25% nas vendas. O comércio eletrônico brasileiro cresceu abaixo do esperado no Natal de 2008, informou nesta segunda-feira a e-bit, consultoria sobre e-commerce. Ente 15 de novembro e 23 de dezembro foram comercializados 1,25 bilhão de reais em produtos, uma evolução de 15% em relação ao mesmo período de 2007. A previsão, porém, era de crescimento de 25%, com faturamento na casa de 1,35 bilhão de reais.
Segundo a e-bit, a crise econômica foi responsável pelo crescimento abaixo do esperado - não só no comércio online mas em todo o setor varejista. Ainda assim, o crescimento do e-commerce foi bem superior ao registrado em shopping centers, que ficou em 3,5%, segundo a Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop).
Um dos destaques positivos do estudo da e-bit é que os produtos da categoria “Saúde e Beleza” (perfumes, cremes, maquiagens, cosméticos e medicamentos em geral) ganharam mais espaço no carrinho de compra do consumidor brasileiro.
Para Pedro Guasti, diretor geral da e-bit, os produtos negociados via web na época de Natal vêm sofrendo modificações nos últimos anos. As vendas de produtos eletrônicos e de informática aumentaram consideravelmente, disse ele, por meio de comunicado. “Há alguns anos, os líderes eram produtos mais baratos, como CDs e DVDs”, disse. Em 2008, os filmes e discos não ficaram nem entre os cinco primeiros no ranking de produtos mais vendidos.
Os produtos mais vendidos no período, segundo a consultoria, foram os das categorias “livros, revistas e jornais” (18%), “saúde e beleza” (13%), informática (9%), eletrônicos (7%) e “telefonia celular” (6%). O tíquete médio no período foi de 346 reais por compra.
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06/01/2009
As vantagens e os perigos do e-commerce
Muitos micros e pequenos empresários devem estar se questionando se ainda podem ficar fora da internet, visto que o seu dia-a-dia é tão desgastante, com tantas demandas, que parece ser impossível pensar em mais uma tarefa. Pois é... lamento informá-los, mas não há como evitar, o futuro dos negócios passa por esse caminho.
Apenas para lembrar: há mais de 1,4 bilhões de pessoas online (22% da população mundial), mais de 500 mil pessoas que entram na internet pela primeira vez, há mais de 165 milhões de sites. O Brasil já é o sexto país em número de usuários, com mais de 50 milhões de pessoas e é o primeiro no ranking latino. Mais de 24 milhões de brasileiros acessam de suas casas e aproximadamente 37% dos usuários pertencem à classe C. Além disso, é o primeiro país em tempo de navegação, pois a média de tempo gasto pelos brasileiros é de 24 horas/mês.
A previsão de faturamento para o ano de 2008 está em torno de 8,5 bilhões de reais, o que representa 40% a mais do que em 2007, e as mulheres são responsáveis por 50% das compras via internet. Somente no primeiro semestre de 2008 foram emitidos mais de 11 milhões de pedidos online no Brasil, com ticket médio de 324 reais, com 3,5 milhões de novos consumidores. Os produtos mais vendidos são livros, revistas, artigos de informática, saúde, beleza, eletrônicos e eletrodomésticos.
Embora as micro e pequenas empresas ainda estejam um pouco distantes em termos de acesso e de estrutura de e-commerce na web (27% das micro e pequenas receberam pedidos online, sendo que nas grandes, 45% receberam esse tipo de pedidos), o momento é muito propício pois há diversas iniciativas sendo implementadas, por instituições especializadas, para levar a esse grupo de empresários diversas soluções práticas que possibilitam uma ampla visão dos procedimentos e investimentos necessários para sua entrada no mundo digital. Essa entrada pode ocorrer de forma bastante consistente e econômica, para que estes atendam seus clientes de maneira segura e moderna, além de poderem acessar novos mercados e trazer novas receitas para seus negócios.
Como exemplo, há instituições bancárias com linhas de crédito especiais, empresas que apresentam lojas virtuais pré-formatadas, empresas com soluções para atender à questão da logística de forma prática e viável, há cursos para facilitar a divulgação nos mecanismos de buscas, normalmente utilizada para que a empresa seja localizada de acordo com a necessidade do consumidor que está procurando algo específico, enfim, toda uma gama de opções que possibilitam a entrada nesse novo mecanismo de vendas.
Porém, há uma questão muito importante a ser salientada, que é a segurança, tanto para quem vende como para quem compra na internet. Para quem está estruturando sua loja virtual é fundamental procurar se utilizar de fornecedores com credibilidade no setor, para trazer maior confiabilidade, bem como ter certificação de dados, utilizando-se de empresas especializadas nesse aspecto, e com isso trazer maior segurança aos seus clientes.
Do lado do consumidor algumas precauções devem ser tomadas antes de qualquer compra a ser realizada pela internet. Procure verificar se o site que você está acessando possui essa certificação de dados, como citado acima. Para isso existe um símbolo que valida o site, basta procurar. Depois da escolha dos produtos, quando estiver evoluindo para a parte da transação e pagamento, verifique se aparece a informação de que você está em uma “área segura” do site (aparecerá um cadeado e também “HTTPS”, esse “s” significa que você está seguro), isso quer dizer que as informações estarão trafegando de forma ‘encriptada’, ou seja, não correm o risco de ser “roubadas”.
Outro aspecto que você pode observar é se a empresa investe em algum tipo de divulgação na internet (banner’s, links patrocinados nos sites de busca, etc...), e se a empresa tem algum tipo de pesquisa para avaliação de satisfação ao final do processo de compra, o que demonstra que ela é mais idônea e se preocupa com a volta do cliente.
O consumidor pode optar também por adquirir produtos em lojas já conhecidas no mundo real, quer dizer, aquela loja que ele já costuma comprar nos shopping center, por exemplo, para ter maior certeza de que a loja existe e usar a internet a seu favor, para não pegar filas ou mesmo ter que pagar estacionamentos. Outro benefício muito interessante para quem compra é a forma de pagamento, normalmente até 12 parcelas, e com entrega gratuita ou com baixo custo. Vale a pena.
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06/01/2009
Cinco ideias fáceis de seguir para ficar com um bronzeado saudável durante o verãoInvestir na reaplicação a cada duas horas é uma das medidas para se bronzear por igual e manter a pele assim por mais tempo Mantenha a pele com um cor linda
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07/01/2009
Confira dicas para investimento em 2009A crise financeira internacional vai fazer com que 2009 seja o ano das aplicações de renda fixa, que têm ganho melhor que os da poupança e risco menor do que a bolsa de valores. Contudo, segundo analistas consultados pelo Terra, isto não significa que todo investidor deve apostar neste tipo de aplicação. Mais importante é procurar opções adequadas ao seu perfil, que depende da disponibilidade de recursos, do tempo para deixar o dinheiro rendendo e retorno esperado. Para o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), Andrew Storfer, a primeira distinção a ser feita se você é um aplicador ou poupador. "Investidor é aquele que tem um capital, não sabe para que ele vai usar, por enquanto, quer guardar essa reserva e ter ganhos reais. Poupador é aquele que tem uma reserva e tem um destino definido para esse dinheiro. Isso vai definir bastante o tipo de risco que ele quer correr. O poupador não quer tanto risco", explica. Além de saber se você é poupador ou investidor, antes de escolher uma aplicação é recomendável definir seu perfil. O poupador é conservador, não está disposto a correr riscos e investe quase tudo que tem em aplicações de baixo risco - mas também baixo retorno. Já o moderado, pode se dar ao luxo de correr mais riscos, então aplica parte de suas economias em investimentos de baixo retorno, mas também dispensa outra parte para opções de renda variável, algumas vezes sujeitas à prejuízos. Já o investidor arrojado é aquele que aloca a maior de suas reservas em investimentos de renda variável, como ações. É alguém que busca retorno alto, mas está disposto a correr riscos de arcar com possíveis prejuízos para alcançá-lo. No caso do poupador, Storfer vê a poupança como a opção mais atraente. Por mais que este não seja o investimento mais rentável, ele é uma "forma segura de perder pouco". "Eu, particularmente, sou fã da caderneta de poupança. Porque ela é simples e segura para quem tem pouco, além de ter facilidade de aplicação. Isso é importantíssimo pra quem tem R$ 2 mil, R$ 3 mil ou até R$ 10 mil e planeja algum uso para ele no curto prazo", diz. "Às vezes, a pessoa aplica em renda fixa e perde dinheiro por vergonha de se informar. Para essa camada (pouco valor a investir) já é um grande negócio não gastar em bobagem. Quantas famílias por aí tem R$ 500 e não sabem o que fazer com aquilo e gastam em bobagem? (A poupança) cumpre sua função para quem não tem e nem quer ter esse traquejo no mercado financeiro", completa. Já Alcides Leite, professor de Economia da Trevisan Escola de Negócios, acredita que a renda fixa, desde que com boas informações sobre seu funcionamento, pode também ser uma boa opção para o investidor conservador. Leite explica que aplicações como os fundos DI, CDB e investimento em letras do Tesouro Nacional, por meio do Tesouro Direto, podem trazer uma rentabilidade anual em torno de 10% líquidos (descontando impostos e taxas). No entanto, segundo ele, é necessário atenção para a rentabilidade e a taxa de administração oferecida pelas instituições financeiras, algo que pode variar dependendo do montante a ser aplicado e o tempo que o dinheiro vai permanecer na modalidade de investimento. "A recomendação é pesquisar os valores, a rentabilidade dos fundos e quanto eles vão cobrar de taxa de administração", informa o professor da Trevisan. Ainda no campo da renda fixa, Storfer, da Anefac aponta ser importante procurar instituições sólidas para investir, além de atentar para o patrimônio líquido do fundo desejado. "Duas coisas com relação aos fundos, além do valor mínimo de aporte: um, a taxa de administração e, dois, o patrimônio do fundo. É bom checar se tem crescido ou diminuído. Os fundos que têm desempenho interessante têm patrimônio maior. Quando está crescendo, é que pode ser um bom negócio. E o quando está caindo é que a rentabilidade pode não ser tão boa", explica. Em termos de renda fixa, os analistas apontam o CDB e o Tesouro Direto como boas opções para se obter uma rentabilidade próxima à taxa básica de juros, a Selic. "O CDB é muito atrativo, não tem taxa de administração e dependendo do valor pode-se conseguir até 104% da rentabilidade do CDI (que é próximo à Selic)", apontou Storfer. Segundo ele, no entanto, esse rendimento só é alcançado para aplicações acima de R$ 100 mil. "Nesse caso também é importante procurar um banco sólido, onde já é possível encontrar rentabilidades similares às oferecidas por instituições menores", apontou. No caso do Tesouro Direto, a recomendação do vice-presidente da Anefac é procurar um banco credenciado a operar o investimento e que cobre taxas menores que as dos fundos de renda fixa. O rendimento, segundo Storfer, é próximo ao da Selic, que, segundo analistas consultados pelo Banco Central, deve fechar 2009 em 12% ao ano. Mais informações podem ser obtidas no site http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro_direto. Bolsa de valores Para apostar em ações, o professor da Trevisan recomenda que o investidor esteja preparado para deixar seu dinheiro aplicado por pelo menos um ano. Ele diz acreditar que, apesar das turbulências, é possível ter ganhos de 15% a 20% na aplicação em 2009. "Estamos em uma base muito baixa então é possível que (a bolsa) tenha um rendimento que fique em torno de 15% a 20%, mais que a renda fixa. Mas é bastante arriscado. Isso vai depender da recuperação da economia internacional. Ao longo de 2009 essa recuperação deve ser lenta, com um quadro mais claro a partir do segundo semestre", aponta. "Para o investidor em bolsa a recomendação é que deixe o dinheiro lá por mais tempo. É um bom momento para colocar, mas não pode precisar desse dinheiro em qualquer momento. Ele tem que se programar para retirar esse dinheiro só quando ele conseguir um bom rendimento", completa Leite. Já Andrew Storfer afirma que o investimento em bolsa este ano dificilmente deve trazer resultados acima dos apresentados pela renda fixa. "A bolsa reflete basicamente o desempenho das empresas. O desempenho atual e uma expectativa futura do que elas vão realizar. Não é o desempenho passado, é o atual e o futuro. Qual a expectativa do mundo para 2009 e 2010? Recessão no mundo desenvolvido e uma queda acentuada de crescimentos dos países em desenvolvimento. Cair pela metade o crescimento. Não é uma perspectiva de desempenho bom para as empresas", aponta. No cálculo dele, a bolsa teria que terminar o ano em 48 mil pontos para ter, pelo menos, o rendimento de um bom CDB (próximo a Selic, 10% a 12% ao ano). "Mas, para valer esse risco, a bolsa teria que terminar o ano em 60 mil pontos. O que eu acredito que dificilmente vai acontecer", explica. "A perspectiva desse ano não é de bolsa com grandes avanços", completa
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14/01/2009
Aprenda a fazer um «fundo de emergência» para enfrentar crises
Saiba onde pode ir buscar dinheiro, como o gerir e como o gastar Ao longo da vida devemos sempre esperar o inesperado. A qualquer momento, podem surgir despesas imprevistas no nosso agregado familiar, como um internamento hospitalar ou uma avaria do carro, ou ainda a perda de rendimentos importantes, como o que resulta do desemprego. Por isso mesmo, é fundamental ter uma espécie de «fundo de emergência». Aqui ficam algumas dicas.
Infelizmente, revela o ActivoBank7, a maioria das famílias não dispõe de um fundo financeiro para emergências. A tentação imediata para fazer face a imprevistos será recorrer a linhas de crédito como as dos cartões (que representam encargos financeiros comparativamente mais elevados face a outras formas de crédito), ou desmobilizar aplicações de longo prazo, como fundos de investimento de acções ou mesmo Planos de Poupança Reforma (PPR).
«O problema é que, em conjunturas económicas mais difíceis, o acesso a crédito é mais restrito e caro, a liquidação de activos com risco pode implicar a realização de menos-valias forçadas, e a desmobilização de PPR tem penalizações fiscais», refere o banco.
Quanto se deve por de parte?
Quanto à dimensão ideal de um fundo de emergência, não há ainda consenso, e depende muito das características de cada família. A regra habitualmente proposta é a de manter um fundo equivalente a alguns meses de despesas fixas (até seis meses), incluindo prestações de créditos (casa, carro, cartões), despesas domésticas (água, luz, gás, telefone, Internet), despesas inadiáveis (alimentação, combustíveis e transportes, medicamentos, educação, saúde) e ainda outros pagamentos obrigatórios (impostos, seguros).
O banco admite que acumular um valor equivalente a 1 a 6 meses de despesas fixas pode demorar algum tempo, sobretudo quando o dinheiro não costuma sobrar ao fim do mês, mas «o esforço pode ser menor do que parece à primeira vista, apenas requerendo alguma disciplina». E dá algumas sugestões.
Como poupar sem quase dar por isso
Por exemplo, sabe-se que as famílias com crédito à habitação verão as suas prestações mensais reduzidas cerca de 200 euros por mês em 2009 graças à descida da taxa Euribor. Parte deste valor poderá ser canalizado para um fundo de emergência.
A descida do preço dos combustíveis (que anda perto dos 40% desde os máximos de Julho de 2008) também permite uma descida nas despesas que, para um abastecimento mensal de 100 litros é de cerca de 50 euros. Parte deste valor poderá ser canalizado para um fundo de emergência.
A generalidade das famílias portuguesas tem 3 momentos de rendimento extra ao longo do ano: o subsídio de férias, o subsídio de Natal e o reembolso do IRS. Parte destes valores poderão ser canalizados para um fundo de emergência;
«Com frequência, passam-nos pelas mãos notas de 5 euros. Se guardarmos a maioria destas notas em casa, num sítio seguro, tal decisão não afectará de forma decisiva o nosso poder de compra diário, mas ao fim de algum tempo poderá representar um valor acumulado simpático, que poderá ser canalizado para um fundo de emergência», acrescenta ainda o banco.
Como gerir o fundo
Um fundo de emergência deve estar separado da conta à ordem usada habitualmente e das poupanças a longo prazo, e estar numa situação de elevada liquidez, ou seja, em que seja fácil e rápido transformá-lo em dinheiro vivo. As sugestões do banco são depósitos a prazo, fundos de tesouraria.
Muito importante também é que, uma vez constituído o fundo, o mesmo só deve ser utilizado para verdadeiras situações de «aperto», e não para trocar de carro ou ir de férias. E, naturalmente, o fundo deverá ser reaprovisionado depois de ser utilizado por algum motivo.
Já que estamos em Janeiro, o ActivoBank7 lembra que o início do ano é sempre uma boa altura para avaliarmos o estado das nossas finanças pessoais, estabelecer novos objectivos e metas, e alterar os nossos hábitos, sempre que tal se justifique.
Por ActivoBank7 da redação
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16/01/2009
Os preços dos produtos vendidos por meio da internet registraram deflação de 0,23% na primeira quinzena de janeiro em relação a dezembro, segundo o e-Flation, levantamento divulgado hoje pelo Programa de Administração do Varejo (Provar). As maiores quedas nos preços ocorreram nas categorias de eletroeletrônicos (-2,57%), linha branca (-2%) e perfume e cosméticos (-0,17%). A consultora do Provar Paula Pereda disse que a agressividade das maiores redes de varejo nos saldões de início de ano em suas unidades físicas contribuiu para a retração dos valores oferecidos na internet. "O e-commerce acompanhou a tendência para não perder competitividade", afirmou. Sete das dez categorias que fazem parte do levantamento apresentaram alta nos preços: livros (7,12%), brinquedos (3,87%), eletroportáteis (3,77%), cine e foto (2,52%), CDs e DVDs (2,16%), informática (1,68%) e telefonia e celulares (0,59%). Segundo a consultora, o aumento na maioria das categorias refletiu a recomposição dos preços após as promoções do Natal. Sobre os efeitos da valorização do dólar no e-commerce, Paula afirmou que parte do repasse ocorreu em novembro e dezembro, principalmente nas categorias de informática e cine e foto. Ela ressaltou ainda que as categorias de eletrônicos e linha branca devem apresentar reajuste de preços em fevereiro.
por Provar
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25/01/2009
Negócio na web mostra que pesquisa, conteúdo e mix de serviço fazem a diferença Imagine a cena: alguém em momento de crise pessoal está olhando o horóscopo do dia e resolve ir a um astrólogo. Até ligar para uma amiga, perguntar se conhece um e ir a uma consulta, pode-se passar alguns dias. Com a internet, os problemas desta pessoa acabaram. Principalmente com o portal Personare, cujo objetivo é incentivar pessoas a aproveitarem melhor suas vidas através do autoconhecimento.
No Personare há serviços e ferramentas como análises astrológicas, tarot, numerologia e conteúdos sobre meditação, yoga, alimentação e florais que auxiliam num dia-a-dia melhor. E eles ganham dinheiro com isso. O negócio nasceu em 2004 a partir das ideias dos sócios Bruno Rodrigues, Carolina Senna e Daniel Durão e foi na contramão de muitos modelos de negócio na internet baseado em receitas publicitárias. O lançamento em 2004 foi precedido de uma pesquisa de mercado. Eles analisaram os players brasileiros e como estavam posicionados, fizeram um benchmark no mercado norte-americano e uma pesquisa qualitativa que traçou o perfil dos potencias clientes. “Esse estudo mostrou que havia uma lacuna no mercado para um produto de maior qualidade”, aponta Carolina Senna em entrevista ao Mundo do Marketing.  Os sócios da Personare: Durão, Rodrigues e Carolina
Consumidor dá a dica A pesquisa com diversos perfis de clientes indicou o caminho a ser seguido com maior precisão. “Percebemos que as pessoas estavam insatisfeitas com a vida delas e como sabiam pouco sobre elas mesmas”, afirma Bruno Rodrigues. “Boa parte da proposta do Personare surgiu a partir desta observação e por isso criamos ferramentas que ajudassem as pessoas a se conhecerem e construir uma vida com uma qualidade melhor”, adiciona. O primeiro ano do portal foi de teste de mercado para saber se as pessoas estavam abertas para comprar análises de autoconhecimento e não de previsões. Essa é a grande diferença. O foco do Personare é oferecer informações - estudos de astrologia, tarô e numerologia, por exemplo - que ajudem as pessoas a tomarem as decisões do dia-a-dia de acordo com o livre arbítrio delas. O curioso nesta engrenagem é que o site não tem nenhum astrólogo desenhando o mapa das pessoas on-line. Um sistema inteligente combina mais de duas mil analises desenvolvidas por um astrólogo de acordo com informações da pessoa que acessa o Personare. No mapa astral, o cliente informa a data de nascimento, hora e local e o sistema gera o mapa daquele momento automaticamente. Segredo está no serviço As analises são muito similares ao que se tem ao vivo. A diferença, além da conveniência e de um preço mais convidativo, é que ao vivo as pessoas tiram as dúvidas na hora. Pelo site, é preciso enviar um e-mail. “Tentamos levar para a internet o que as pessoas já consumiam presencialmente”, comenta Daniel Durão. “O mercado de astrologia é finito e o nosso desafio é levar isso para um mercado infinito e com escala”, ressalta em entrevista ao site. O mix de serviços do Personare é dividido em analises de áreas da vida (Amor, Carreira, entre outros) segmentadas por faixas de preço. Há serviços com preço mais barato, que são analises freqüentes, uma faixa intermediaria, com analise complementar, e uma Premium, que são as mais caras, com estudos mais amplos, como um mapa numerológico. Há ainda versões gratuitas para degustação de todos os serviços. “Uma parte importante são os serviços gratuitos. A pessoa entra no site e não vendemos nada. Ela começa a ver verdade no conteúdo e o serviço pago se torna um caminho natural. Ter uma degustação é uma parte fundamental da nossa estratégia”, analisa Carolina. A compra é feira como em lojas de comércio eletrônico. A diferença é que grande parte dos clientes do Personare nunca havia feito uma compra on-line. “Temos um público um pouco mais velho que se aventura pela primeira vez no comércio eletrônico. Ao mesmo tempo que é um produto intangível, ele gera um valor por não ter um similar numa loja”, afirma Daniel Durão. Novos desafios Agora que o modelo de venda de serviços está consolidado, o passo seguinte é vender publicidade. Para viabilizar este negócio, foi criada a Revista Personare em 2008, que ao oferecer conteúdo on-line, gera mais visitação. Hoje são mais de 600 mil usuários únicos por mês. “Estamos constantemente lançando novos serviços e aprimorando o portal”, afirma Carolina. Anunciar no Personare, no entanto, não é como em outros portais. A propaganda pode ser segmentada pelo perfil psicológico da pessoa. “Conseguimos traçar os perfis psicológico usando a astrologia”, conta Carolina. Com isso, o sistema consegue exibir uma campanha segmentada não só de acordo com o perfil demográfico, sexo ou idade. “Podemos exibir uma campanha de um produto de beleza no momento que uma pessoa acabou de ler uma analise astrológica dizendo que é um momento dela cuidar da beleza”, completa. O Personare está inserido em um mercado em expansão constante, que envolve bem-estar, auto-ajuda e qualidade de vida. Em um ano, o portal aumentou a audiência em 100% e o crescimento no faturamento foi de 50% de 2007 para 2008. Hoje, a empresa que começou no sótão da casa dos pais de Carolina tem 17 profissionais, vai expandir a sua operação para Portugal e lançar novos serviços. Por Mundo do Marketing: Publicado em 23/1/2009
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25/01/2009
Especialistas ensinam como preparar um bom currículoO primeiro passo para disputar uma vaga é saber preparar um bom currículo. A falta de informação pode atrapalhar, mas o excesso também. Fazer um currículo não se resume a sentar diante do computador e escrever tudo o que fez. Ele tem que ser atraente o suficiente para o empregador ter vontade de ler até o final. “Todo currículo deve começar sempre com os dados pessoais: o nome, de forma bastante evidente, depois idade, estado civil e nacionalidade. Se tem filhos, a pessoa deve colocar que tem filhos. E os dados completos de residência, telefone e e- mail, se tiver. Esses dados são essenciais”, orienta Ana Lúcia Biral, psicóloga especialista em recursos humanos. Logo abaixo dos dados pessoais, vem o objetivo. Se a pessoa estiver procurando o primeiro emprego, deve explicar neste espaço por que escolheu essa profissão. “É importante direcionar esse currículo para uma área específica, pelo menos. A pessoa pode ainda não saber qual é o cargo que ela quer ocupar, mas tem que ter em mente a área na qual ela acha que vai se dar bem”, explica Ana Lúcia.
Depois você deve falar sobre suas habilidades; é importante, porque isso é o que vai manter ou não o interesse de quem está lendo. Por isso é importante, discorrer sobre as habilidades sem se prolongar.
Em Porto Alegre, uma das maiores transportadoras do país recebe mais de 500 currículos recebidos por semana, e descarta pelo menos 15% logo na primeira análise; são candidatos que apresentam um currículo mal estruturado e que não atende às exigências da empresa.
A analista de RH Priscila Bressan Nunes faz parte da equipe de seleção da empresa e fala das falhas mais comuns. “Muitas vezes o currículo vem muito desatualizado, sem informações sobre as últimas experiências ou sobre os últimos anos daquele candidato”, explica. “Também descartamos os currículos que chegam muito amassados, sujos ou muito rasurados. Eles não trazem uma boa imagem do candidato para nós”.
Para os candidatos que já tiveram muitos empregos, Priscila tem uma dica especial. “Antes de encaminhar o currículo, eles devem procurar conhecer o negócio daquela empresa e focar esses valores que são importantes para a empresa. Na hora de escrever, ele deve destacar as experiências que sejam mais relevantes para aquela oportunidade específica”, ensina.
Para o candidato que não tem experiência profissional, a estratégia é outra. “O caminho talvez seja focar em cursos que ele tenha realizado e habilidades ele possa salientar no currículo, mesmo que essas habilidades nunca tenham sido testadas. Iniciativa, interesse e facilidade de aprendizagem são sempre relevantes para uma oportunidade de emprego”, diz a analista.
As experiências no exterior também contam. Você tem que dizer se é fluente ou não nos idiomas que fala. Não se esqueça: não minta sobre isso para não passar vergonha na hora da entrevista.
Uma breve carta de apresentação é bem-vinda. Quanto ao tamanho do currículo, uma página é o ideal para quem está entrando no mercado de trabalho; já para quem tem experiência, três são o limite.
Não mencione no currículo o salário que você quer ganhar; não pega bem. Depois de ter feito um bom currículo, certamente você será chamado para uma entrevista e aí sim terá a chance de dizer quanto quer ganhar, pessoalmente.
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26/01/2009
SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO Início das aulas : 11 de fevereiro
Duração do ano letivo: no mínimo, 200 dias Três dias iniciais : apresentação de novidades Semana inicial : atividades interdisciplinares Data de consolidação da proposta pedagógica : 25, 26 e 27 de fevereiro – podem parar mais dois dias no segundo semestre Dia do Saresp/Idesp : no 1º semestre, em data a ser definida Férias : 1º a 30 de janeiro Recesso : 10 dias em julho
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26/01/2009

"Existe uma dificuldade, por parte do micro e pequeno empresário, de acompanhar as mudanças tecnológicas, bem como as tendências do comércio eletrônico. Se o negócio já nasceu com foco no virtual, é mais fácil. Porém, no caso de uma pequena empresa do mundo real, que batalha no dia-a-dia para sobreviver, é difícil se atentar às oportunidades".
A explicação é da superintendente de Marketing da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), Sandra Turchi, responsável pelo projeto da entidade de inclusão das MPEs no ambiente virtual, informa o site InfoMoney. O projeto é conduzido pela ACSP em parceria com a Camara-e.net e a estimativa é de que, até 2010, as empresas de micro e pequeno portes representem 30% do comércio virtual, com ganhos de cerca de R$ 15,4 bilhões. Sobre o trabalho da ACSP De acordo com Sandra, as empresas devem se adaptar aos novos tempos. "Os empreendedores se mostram muito interessados em obter informações, para que possam se atualizar", diz ela. "Acreditamos ser importante levar conhecimento a eles de forma prática", acrescenta. A ACSP promove eventos que abordam todos os aspectos importantes do e-commerce, com explicações sobre as necessidades de infraestrutura das empresas que comercializam pela internet, o fluxo de vendas, os meios de pagamento disponíveis para lojas virtuais, a logística, a hospedagem do site, o domínio e as ações de marketing próprias para negócios que operam na web. "Geralmente, realizamos seminários acompanhados de workshops. Fechamos a parceria com a Camara-e.net em novembro do ano passado. Em 2009, ampliaremos a parceria, por meio da realização de vários eventos. O primeiro deles, o Ciclo MPE.net, deve acontecer no início de abril, no Hotel Intercontinental, em São Paulo, e será gratuito". E-commerce e crise Sandra enxerga o comércio virtual como uma alternativa à crise. "É uma forma de potencializar as vendas da MPE", afirma. Porém, será que os investimentos valem a pena? Ela explica que muitas pessoas imaginam que o desembolso para começar a atuar na web é "gigantesco". Mas garante que não é por aí. "Existem muitos recursos que barateiam o investimento em uma loja virtual. Por exemplo, há ferramentas que trazem modelos de lojas prontos. Outros trazem sistemas de pagamento e de logística pré-formatados". Como o objetivo da ACSP é levar informações de maneira a facilitar a vida do pequeno empresário, a entidade deve disponibilizar um espaço em seu site (www.acsp.com.br) para falar de e-commerce. "Se o internauta tiver alguma dúvida não esclarecida com as informações do site, ele poderá entrar em contato conosco", finalizou Sandra.
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27/01/2009
 Pequenas ou gigantescas, as companhias costumam seguir o mesmo roteiro em momentos de dificuldade Por Márcio Juliboni Portal EXAME A cada anúncio de uma grande empresa concedendo férias coletivas ou demitindo funcionários, os brasileiros ficam mais preocupados com o futuro de seu emprego. Somente em dezembro, o país fechou 655.000 vagas com carteira assinada - o pior desempenho desde maio de 1999. As perspectivas de curto prazo também não são animadoras. Segundo a corretora Ativa, a taxa de desemprego pode subir dos atuais 6,8% para 9% no final do primeiro trimestre se as férias coletivas concedidas no final do ano forem convertidas em demissões.
Depois de ver seus ganhos evaporarem na bolsa de valores em 2008, a classe média vive agora um novo medo: o de perder sua fonte principal de renda - o emprego. Mas, para os especialistas, é possível evitar o pior. Primeiro, porque as empresas emitem sinais claros de que estão em dificuldade, antes que a situação se deteriore. E, depois, porque atitudes simples - como ser pró-ativo - podem evitar que um funcionário entre na lista de cortes. Veja abaixo seis sinais claros de que sua empresa pode estar planejando cortes:
1) Vendas em queda: um sinal clássico de que a crise está repercutindo na companhia. Há vários motivos para que os pedidos caiam nesta crise: a desaceleração econômica, o aumento do desemprego, a queda do nível de confiança do consumidor, a escassez de crédito para os clientes e a retração do preço das commodities, para quem é exportador, são alguns deles. "É preciso verificar se os acordos estão sendo mantidos ou revisados", diz Olga Colpo, sócia da PricewaterhouseCoopers para a área de organização e gestão da mudança.
2) Aumento dos custos e das despesas financeiras: a disparada do dólar e os juros ainda elevados podem pegar sua empresa no contrapé, se tiver muitas dívidas atreladas à moeda estrangeira ou títulos de dívidas. Mesmo que este não seja o caso, a redução do ritmo da atividade vai aumentar o peso dos custos fixos - entre eles, a folha de pagamento - para a empresa.
3) Dificuldade para obter capital de giro: com vendas menores e custos maiores, as empresas recorrem cada vez mais ao banco para financiar suas operações. O problema é que vivemos uma crise mundial de crédito, e a companhia pode não encontrar quem a financie. "Isso afeta principalmente as empresas baseadas em crédito, como o setor automotivo, o varejo e os eletroeletrônicos", diz Salvatore Milanese, sócio da área de reestruturação de empresas da KPMG.
4) Compromissos atrasados: a próxima volta da espiral negativa é o não-cumprimento das obrigações. Os impostos deixam de ser recolhidos, os salários atrasam, os fornecedores ficam sem receber.
5) Saída de importantes executivos: quando nomes de peso da empresa começam a sair, pode ser um sinal de que as coisas estão piorando. "As estrelas do time são as primeiras a ir embora, porque não enxergam mais perspectivas para a companhia", afirma Luís Vasco Elias, sócio da Deloitte para a área de reorganização de empresas.
6) Férias coletivas e cortes: estágio mais temido pela maioria das pessoas, é um sinal claro de que a companhia está revendo sua capacidade produtiva, a começar pela mão-de-obra. "Quando a empresa precisa reduzir os custos fixos, a folha de pagamento é o principal item", afirma Salvatore Milanese, sócio da área de reestruturação de empresas da KPMG.
Empresas não costumam quebrar do dia para a noite, mas a velocidade com que a atual crise econômica mundial avança deixa os especialistas preocupados. "As telecomunicações estão muito avançadas, e as decisões são tomadas online. Por isso, nunca vi uma crise chegar com tanta rapidez como essa", afirma Luís Vasco Elias, sócio da Deloitte para a área de reorganização de empresas. Por isso, para não ser pego de surpresa, o melhor é redobrar a atenção sobre o desempenho de sua companhia - e arregaçar as mangas para superar os desafios. Afinal, na batalha para superar obstáculos e rivais, os gestores valorizam quem está no front, e não os que se escondem atrás de uma trincheira de desculpas.
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